Games: uma vertical que está conquistando os brasileiros
07 Jul 2021
Considerando que 80% dos brasileiros com mais de 10 anos de idade têm um celular, segundo o IBGE, ficou ainda mais fácil se entreter com jogos via mobile.
Se grande parte dos jogos são dependentes de compras e assinaturas, isso significa que esse mercado também depende, fortemente, dos pagamentos digitais, sobretudo de opções que abarquem os diferentes públicos que consomem vídeo games

O Brasil é uma nação de gamers: 72% dos brasileiros são jogadores, segundo a oitava edição da Pesquisa Game Brasil 2021, que traz o resultado das principais tendências e hábitos de consumo dos gamers brasileiros. O País ocupa a 12ª posição no ranking global, à frente até dos Estados Unidos, representando 51,5%, de acordo pesquisa da Kantar Ibope Media.

Trata-se de um mercado que deve crescer em torno de 5,3% até 2022, conforme resultado apresentado pela 19ª Pesquisa Global de Entretenimento e Mídia, da PwC. No ano passado, o faturamento do setor no Brasil atingiu US$ 1,5 bilhão, mantendo a posição de líder latino-americano.

A pandemia, por sua vez,  acelerou ainda mais esse processo. Afinal, estamos passando mais tempo em casa e estamos cada vez conectados. Considerando que 80% dos brasileiros com mais de 10 anos de idade têm um celular, segundo o Instituto Brasileiro de Estatística e Geografia, o IBGE, ficou ainda mais fácil se entreter com jogos via mobile.

Os games também já representam um ambiente de bastante diversidade, já que mulheres são 41% do público jogador, mais da metade dos gamers são pretos ou pardos – 50,3%, segundo a Pesquisa Game Brasil 2021 – e quase metade dos que consomem jogos, 49,7%, são das classes C, D e E.

Vale ressaltar que muitos dos jogos mais populares têm o mundo online como cenário, com opções de entrar em contato com outros jogadores e fazer compras para avançar de nível ou obter itens exclusivos. O FreeFire, por exemplo, foi o jogo mobile com maior número de downloads em 2020. O título da Garena atingiu um pico de 100 milhões de jogadores ativos simultaneamente, além de se tornar referência no YouTube, ao ser visualizado mais de 72 bilhões de vezes e virar o terceiro jogo mais acompanhado pelo público na plataforma, ultrapassando uma impressionante marca de 100 bilhões de visualizações totais.

Se grande parte dos jogos são dependentes de compras e assinaturas, isso significa que esse mercado também depende, fortemente, dos pagamentos digitais, sobretudo de opções que abarquem os diferentes públicos que consomem vídeo games. Isso é um desafio no Brasil, país que tem 45 milhões de desbancarizados, segundo o Instituto Locomotiva. E quem não está inserido na economia digital acaba ficando refém dos boletos e, consequentemente, de seu prazo de compensação.

É por isso que  o PayPal faz questão de oferecer opções de pagamentos fáceis, rápidas e seguras para todos. No mês de maio, por exemplo, criamos uma campanha promocional para nossa parceria com o portal BoaCompra que permitia a compra de DIMAS (os diamantes do jogo) no FreeFire de forma online, com desconto ao usar cartões de débito via PayPal.

Desta forma, os milhões de brasileiros fãs de FreeFire que não têm cartão de crédito agora podem jogar online e comprar itens por meio da carteira PayPal na função débito – promovendo uma experiência mais democrática para que qualquer gamer possa subir de nível em um dos jogos mais populares do momento. 

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